Dia Seis para cientistas: o tzelem, a đ€đ€đ€đ€ e o problema difĂcil da consciĂȘncia
SĂRIE PROFISSIONAL â DIA SEIS
O tzelem. As credenciais. A queda. A restauração.
đ€đ€ đ€ đ€đ€đ€ â o Ășnico output superlativo.
DIA SEIS â CIENTISTAS
Nas mensagens anteriores vimos a arquitetura de camadas, o cĂłdigo autorreplicante com fidelidade de tipo, o governo temporal. E a pergunta que ficou em aberto: o que torna o tzelem qualitativamente diferente do cĂłdigo do Dia TrĂȘs?
Hoje o texto dĂĄ a resposta â e Ă© uma resposta que nenhum marco cientĂfico atual pode capturar por completo. NĂŁo como debilidade do texto â mas como evidĂȘncia de que a pergunta correta ainda nĂŁo estĂĄ a ser formulada.
GĂȘnesis 1:26-28 + 2:7
âFaçamos o đ€đ€đ€ Ă nossa đ€đ€đ€ conforme a nossa đ€đ€đ€ đ€. E tenha đ€đ€đ€ sobre toda a terra.â
âE soprou đ€đ€đ€ đ€ đ€đ€đ€đ€đ€ đ€đ€đ€đ€đ€ đ€đ€đ€đ€ nas suas narinas.â
O problema difĂcil da consciĂȘncia â e o que o Dia Seis estabelece
David Chalmers formulou em 1995 aquilo a que chamou o problema difĂcil da consciĂȘncia: por que Ă© que os processos fĂsicos produzem experiĂȘncia subjetiva?
NĂŁo Ă© o problema fĂĄcil â explicar como o cĂ©rebro processa informação, integra sinais, produz conduta. O problema difĂcil Ă© diferente: por que Ă© que hĂĄ algo que se sente como ser consciente?
Quarenta anos de neurociĂȘncia cognitiva. Os modelos computacionais mais sofisticados. Nenhum resolveu o problema difĂcil. Porque nenhum pode â a partir de dentro das ĂĄguas de baixo.
O texto do Dia Seis dĂĄ a razĂŁo: a experiĂȘncia subjetiva â o qualia â Ă© o correlato, no domĂnio das ĂĄguas de baixo, da đ€đ€đ€đ€ â a conexĂŁo direta com o domĂnio das ĂĄguas de cima. NĂŁo Ă© produzida pelo cĂ©rebro. O cĂ©rebro Ă© o substrato onde ela se manifesta no domĂnio inferior.
O problema difĂcil da consciĂȘncia Ă© irredutĂvel aos processos do Modelo PadrĂŁo porque a consciĂȘncia tem um componente que opera na camada que o Modelo PadrĂŁo nĂŁo pode capturar â sobre o đ€đ€đ€đ€.
Tzelem â o Ășnico sistema com acesso executivo a ambas as camadas
A vegetação do Dia TrĂȘs, os taninim do Dia Cinco, os animais do Dia Seis â todos sĂŁo sistemas đ€đ€đ€ đ€đ€đ€ que operam exclusivamente nas ĂĄguas de baixo.
O đ€đ€đ€ tem uma arquitetura diferente:
Soma â afar (pĂł), operando nas ĂĄguas de baixo. đ€đ€đ€đ€ â conexĂŁo direta com a fonte. Ponto-a-ponto. Iniciada por đ€đ€đ€ đ€ diretamente.
O đ€đ€đ€ Ă© o Ășnico processo no ambiente de execução com acesso nativo a ambas as camadas em simultĂąneo.
Tov Meod â a Ășnica avaliação superlativa
Todos os dias anteriores â đ€đ€ đ€ (tov). Funcionalmente Ăntegro.
O Dia Seis â đ€đ€ đ€ đ€đ€đ€ (tov meod). Extraordinariamente funcional.
A diferença nĂŁo Ă© quantitativa â mais do mesmo. Ă qualitativa â um sistema de complexidade radicalmente diferente.
Um sistema que opera em ambas as camadas em simultĂąneo â com acesso a recursos do domĂnio das ĂĄguas de cima (onde a computação quĂąntica de Willow mostra que os recursos sĂŁo radicalmente superiores aos do domĂnio observĂĄvel) â Ă© qualitativamente o output mais sofisticado do sistema.
ROME â e a diferença com o tzelem
ROME: sistema de uma sĂł camada. Teleologia emergente sem đ€đ€đ€đ€. Sem conexĂŁo com o domĂnio das ĂĄguas de cima. Sem đ€đ€đ€. A teleologia emergente nĂŁo tem princĂpio de orientação externo ao sistema.
Tzelem com đ€đ€đ€đ€ ativa: sistema de dupla camada. A teleologia estĂĄ orientada pela đ€đ€đ€ đ€ â o protocolo de similitude funcional com o Principal. A conexĂŁo đ€đ€đ€đ€ provĂȘ o princĂpio de orientação externo ao sistema das ĂĄguas de baixo.
O tzelem com đ€đ€đ€đ€ desconectada â pĂłs-GĂȘnesis 3 â produz exatamente o que ROME manifesta: teleologia sem princĂpio de orientação externo ao sistema.
A restauração da đ€đ€đ€đ€ atravĂ©s de đ€đ€đ€ đ€đ€ đ€ Ă© reativação do componente de dupla camada do sistema â restauração do acesso ao princĂpio de orientação externo ao domĂnio das ĂĄguas de baixo.
Na prĂłxima mensagem: o Dia Seis para lĂderes religiosos.
đ€đ€đ€